
Vivemos a crença que somos a espécie mais importante existente. Essa posição criou todos as formas de discriminação que já existiram como o racismo, xenofobismo, homofobismo, antissemitismo . . . entre outros. A incrível capacidade do ser humano em se colocar acima das outras espécies, inclusive da sua, tem nos levado para caminhos cada vez mais divergentes. Se quisermos fazer desse planeta um lugar habitável para nosso futuro será necessária uma reformulação de princípios. Precisamos da valorização da vida! (Fonte: Pense de novo)
A discriminação inerente a crença que somos a espécie mais importante se chama ESPECISMO. Se por uma noção de igualdade humana, alguém consegue se desgarrar das discriminações apresentadas acima, que são grandes conflitos humanos, ela estará pronta a sair do antropocentrismo e lutar contra o seu próprio especismo.
ResponderExcluirO especista acredita que a vida de um membro da espécie humana, pelo simples fato do indivíduo pertencer à espécie humana, tem mais importância do que a vida de qualquer outro ser.
Ele tira a meta de vida do pássaro por solidão, acha um absurdo que chineses comam cachorro enquanto se come todos os outros animais, diz para uma criança que o castor deu sua pele, enquanto ela é arrancada a sangue frio por vaidade e se guia por um conceito absoleto que o animal não pensa, não sente prazer ou dor e que na verdade é uma coisa que foi feita para nos servir como está citada na benevolente Bíblia.
O que acontece é que os tempos são outros. Temos mais noção de mundo que nossos avós. Antigamente sacrificavam pobres no coliseu por diversão, hoje sacrificam touros pelo mesmo motivo. Mesmo que nada mude no momento, no futuro essas palavras terão sentido, e nossos bisnetos dirão que nós éramos bárbaros. Normal. A luta contra o racismo de 1966 parece que ainda não foi finalizada mesmo com um negro na presidência dos EUA... Quem dirá lutar contra o especismo. A agropecuária nunca permitirá algum líder de opinião pública tocar nesse assunto.